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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Quatro erros que as pessoas cometem quando buscam um emprego na web


carreira TI
A internet facilitou o trabalho para quem quer buscar um novo emprego. Hoje, existem diversos sites específicos que mostram as vagas disponíveis no mercado, além disso, as redes sociais servem, cada vez mais, para divulgar oportunidades de trabalho.

A jornalista especializada em carreira e colunista do Wall Street Journal, Elizabeth Garone, alerta que as pessoas precisam evitar alguns erros que são comuns a quem busca um emprego pela internet. A seguir, a especialista cita os quatro equívocos mais frequentes cometidos pelos internautas:

1. Deixar de lado as boas maneiras

As pessoas não podem esquecer de que tudo o que elas escrevem na internet - em sites, blogs, redes sociais, entre outros - pode ser facilmente buscado, inclusive pelos recrutadores, quando eles procuram referências para um candidato a uma vaga de emprego na web. Elizabeth lembra que um estudo da Microsoft, divulgado em dezembro de 2009, mostrou que 79% dos profissionais que cuidam de recrutamento e seleção nas empresas procuram informações online sobre quem se candidata a uma vaga.

Com base nisso, em momento algum, as pessoas podem esquecer as boas maneiras na internet, seja por meio de comentários inapropriados, fotos e vídeos com imagens inadequadas ou detalhes sobre a vida pessoal que possam ser prejudiciais no ambiente de trabalho. Os principais problemas ocorrem quando os indivíduos escrevem na web coisas que não falariam em público - como piadas racistas ou de conteúdo sexual -, achando que estão em um ambiente protegido.

2. Não divulgar informações suficientes

Ter um perfil em uma rede social, só com metade das informações preenchidas não serve para nada mais do que irritar quem o acessa, avisa a jornalista. Assim, os profissionais que querem ser facilmente achados em ambientes como LinkedIn ou Facebook devem perder algum tempo para escrever um perfil nas redes sociais, o mais detalhado possível.

Além disso, ter uma rede de contatos online qualificada dentro de uma determinada área profissional pode servir como chamariz para potenciais recrutadores. Em outras palavras, não basta apenas estar na rede social, é necessário ser ativo para conseguir conexões interessantes.

De acordo com Krista Canfield, porta-voz do LinkedIn, os profissionais que têm um perfil completo e mais de 35 contatos apresentam 40 vezes mais chances de receber oportunidades de emprego pela rede social.

3. Ser generalista

Antes de encaminhar o currículo para uma vaga de emprego divulgada na internet, o profissional precisa ter o cuidado de entender quais os requisitos necessários para a função e escrever uma carta de apresentação que o qualifique ao trabalho.

O que acontece na prática, no entanto, é que pela facilidade de encontrar vagas online, as pessoas enviam currículos para diversas oportunidades, de forma genérica. O que fica perceptível também para quem está fazendo o recrutamento e seleção.

Também em relação a ser generalista, os profissionais que se encontram desempregados costumam omitir essa informação nas redes sociais. O que é um erro, segundo Elizabeth, em especial, pelo fato de que boa parte das pessoas conseguem um novo emprego por meio de indicações.

4. Ficar concentrado apenas na internet

Por mais que a web tenha facilitado a busca por um novo emprego, a rede de contatos pessoais ainda é o caminho mais rápido para a recolocação. Assim, quem quer ser contratado por uma empresa não pode apenas mandar currículos ou acessar as redes sociais e achar que isso é suficiente.

O caminho para cultivar essa rede de contatos - na vida real - é participar de eventos, estimular encontros informais com profissionais que atuem no mesmo setor e, até mesmo, buscar ajuda ou dicas de pessoas que estejam em áreas correlatas.
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Ultrabooks: uma verdadeira revolução no mercado de computadores


Alguns exemplos de ultrabooks foram apresentados em um evento da Intel, em São Paulo, que a gente mostrou um pouquinho na semana passada. Quem demonstrou a novidade, que deve chegar ao mercado a partir do final do ano que vem, foi o vice-presidente de inovação da Intel, Shmuel Mooly Eden, autor da frase: "nós acreditamos que a única forma de prever o futuro é CRIAR o futuro"!

As máquinas propriamente ditas vão muito além do design, apresentando ainda muito mais performance, velocidade, segurança e baterias de longa duração.

Apostando nesta nova categoria, a Intel criou um fundo de investimento de us$300 milhões para o desenvolvimento de hardware e softwares para os ultrabooks. Mais do que novas tecnologias, com telas sensíveis ao toque e reconhecimento de voz e até gestos, os ultrabooks trarão uma forma completamente inédita de interação com o usuário.
Shmuel Mooly Eden, vice-presidente de inovação da Intel diz: "A Intel quer criar a melhor tecnologia possível e fazer com que os desenvolvedores soltem sua imaginação e criem coisas que até hoje a gente só viu nos filmes de ficção científica. Eu acredito que temos tecnologia suficiente para transformar o que a gente chama de ficção científica em engenharia científica".
Como exemplo dessa nova maneira de se comunicar com as máquinas, Mooly destacou a criação de avatares 3D. Seja neste espelho mágico, onde você pode provar roupas virtualmente, seja em softwares que traduzem os movimentos da sua face em três dimensões em tempo real.

As aplicações são inúmeras e certamente vão nos surpreender mais cedo do que imaginamos. Imagine como serão os jogos em que poderemos participar através do nosso avatar; ou ainda as videoconferências, os e-mails, as mensagens de celular...

Bom, com essa rápida espiada no futuro já dá para termos uma idéia do que está por vir. Se você é apaixonado pelo futuro como nós, acesse e conheça tudo o que há de mais moderno no mundo da tecnologia. Aproveite também para conhecer mais sobre a família Ivy Bridge e o que ela e os novos transistores 3D vão mudar na sua vida.
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Mobilepeople para programadores


João Moretti, diretor da Mobilepeople diz que "a cada ano, o mercado vem crescendo bastante. Sempre se fala em uma grande explosão. E ela já vem acontecendo há muito tempo".
O problema é que, especificamente no Brasil, essa expansão do mercado de aplicativos móveis enfrenta um desafio grande: a falta de profissionais capacitados a desenvolver esse tipo de solução.
"No caso do Brasil, já chegamos até a importar profissionais de fora. Importar desenvolvimento de aplicações dos EUA, Índia e, por incrível que pareça, até da China. Então essa falta de profissional aqui no mercado brasileiro pode estar travando ainda mais esse crescimento", explica Danilo Altheman, diretor da Quaddro.
Outra saída encontrada pelas empresas para essa falta de sincronia entre oferta e demanda de profissionais especializados é procurar quem tenha algum conhecimento em programação e desenvolvimento de sistemas e treiná-los internamente.
De olho nessa gigante oportunidade, recentemente foi lançado um curso profissionalizante, de 200 horas, para desenvolvedores de aplicativos para iOS, o sistema operacional de iPads e iPhones. O treinamento é aberto inclusive para quem nunca trabalhou com tecnologia ou programação, mas tem interesse pela área.
Uma vez que sobram vagas no mercado, após a formação, o emprego é praticamente garantido. Mais do que isso, a remuneração é bastante atraente; os salários variam de R$180 a R$220 por hora trabalhada.
Danilo explica que "é uma área que estamos perdendo tempo e muito dinheiro. A ideia é conseguir focar e transformar esse país, que também é muito bem conhecido na área de desenvolvimento, mas transformá-lo em uma país de desenvolvedor de aplicações para dispositivos móveis".
Outra possibilidade tentadora é desenvolver um aplicativo que caia no gosto popular.
"Vemos notícias de pessoas que desenvolvem aplicativo e, da noite para o dia, ficam milionárias. Todo mundo ouve falar que os smartphones e tablets são o futuro. Então, acredito que esse crescimento vai acontecer em breve", completa Danilo. 
Se você se interessa pelo assunto, fique ligado! Assim como na maioria das áreas de tecnologia, existe muito material na internet para aprender a programar para dispositivos móveis.
O momento é realmente bom, e o setor está pra lá de aquecido. Se você quiser começar a pesquisar e estudar um pouco sobre programação para tablets e smartphones, nós separamos o link de um blog que traz, em português, tutoriais e os primeiros passos para você começar a programar para iPhone e iPad. Confira e boa sorte!
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Traduzido Por: T.I - Designed By